Décimo Domingo do Tempo Comum
09
de junho de 2013
Confira o Roteiro
Homilético clicando aqui
Leituras
bíblicas: Primeira leitura: 1ª Reis
17,27-24; Salmo responsorial: 30(29);
Segunda leitura: Gálatas
1,11-19; Evangelho :Lucas 7,11-24.
Sugestões de
temas para a celebração desde domingo: “Jovem, eu te digo: levanta-te”;
“Não chores. Eu estou contigo”; “Um grande profeta surgiu entre nós”; “Deus
veio visitar i seu povo” (ou outras que preferir).
SUGESTÕES
PARA A EQUIPE DE LITURGIA
·
Espaço da
celebração e acolhida: preparar uma acolhida afetuosa aos que chegam,
principalmente aos doentes, portadores de alguma necessidade especial ou os
mais pobres e esquecidos.
·
Ritos
iniciais: na procissão de entrada, além do presidente e equipe de
celebração, seria importante a presença de alguma pessoa doente ou portadora de
necessidade especial. A mesma, se possível, poderia levar a cruz processional.
·
Ato
penitencial: podem ser realizadas a bênção e a aspersão com a água, que
expressam a alegria e dão tonalidade pascal do dia.
·
Na recordação da vida, que pode ser feita no
início da celebração ou antes da oração do d eia, lembrar os fatos e
acontecimentos na realidade local, nacional e mundial.
·
Liturgia
da Palavra: preparar uma entrada solene da Bíblia ou Lecionário, com um
beijo e aplausos na sua chegada diante da assembleia.
·
Na Liturgia da Palavra, assumimos a atitude de
escuta e nos colocamos atentamente com o “ouvido no coração” para ouvir e
acolher a palavra do Senhor. Um refrão meditativo pode ajudar a sensibilizar o coração:
“Fala, Senhor, fala da vida, só tu tens palavras eternas, queremos ouvir”, ou
“Escuta, Israel, Iahweh teu Deus vai falar. Fala Senhor Iahweh, Israel quer te
escutar”.
·
Quem trouxe o livro das leituras faça a primeira
leitura.
·
O Salmo deve ser cantado na mesa da Palavra.
·
A leitura continua do Evangelho, harmonizada com
a primeira leitura, tirada do Antigo Testamento, dá a tônica da celebração e
apresenta um itinerário de seguimento. Aí temos a espiritualidade a ser vivida
durante toda semana e a vida toda.
·
A homilia deve ser o elemento integrador da
espiritualidade do Tempo Comum. Permite uma profunda educação para a fé,
fundada na teologia das atividades de Jesus.
·
Profissão
de fé: durante a Profissão de fé, convidar para acercar da mesa da Palavra
os portadores de necessidades especiais e doentes. Combinar antes com algumas
pessoas. Podem ser as que entraram na procissão inicial. A assembleia, durante
a Profissão de fé, poderia ser convidada a estender a mão direita em direção á
mesa da Palavra.
·
Preces:
nas preces da comunidade, não se esquecer dos doentes, pessoas com deficiência,
pessoas que perderam entes queridos, etc.
·
Liturgia
eucarística: a Oração eucarística pode ser a “para diversas circunstâncias
IV” – Jesus que passa pelo mundo fazendo o bem.
·
Ritos
finais: a Bênção final é a do Tempo Comum IV do Missal Romano.
·
As palavras do Rito de envio podem estar em
consonância com o mistério celebrado: “Levai a todos a alegria do Senhor
ressuscitado. Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe”.
Décimo Primeiro Domingo do Tempo Comum
16
de junho de 2013
Confira o Roteiro
Homilético clicando aqui
Leituras bíblicas: Primeira
Leitura: 2ª Samuel 12,7-10; Salmo
responsorial: 32(31);Segunda leitura:
Gálatas 2,16. 19-29;Evangelho: Lucas 7,36-8,3.
Sugestão de
temas para a celebração deste domingo: “Teus pecados estão perdoados”; “Os
muitos pecados que ela cometeu estão perdoados, porque ela mostrou muito amor”;
“Amor e perdão”; “Amor, um santo remédio” (ou outras que a comunidade
preferir).
SUGESTÕES
PARA A EQUIPE DE LITURGIA
·
Espaço da
celebração e acolhida: na entrada da igreja, um cartaz bem visível, com os
seguintes dizeres: “Descobrimos o caminho do amor na comunidade”, “Pelo amor se
chega ao perdão”, ou “Viver na comunidade o amor que vence barreiras”, ou ainda
uma das sugestões acima.
·
Na chegada as pessoas podem ser acolhidas com
água perfumada.
·
Fazer especial acolhida e valorizar a
participações de mães solteiras, prostitutas ou outro tipo de pessoas que
costumamos excluir em nossas comunidades. Seria bom incluir(se coincidir ou
estiver próximo o dia 12/06) os casais de namorados.
·
Ritos
Iniciais: na procissão de entrada, uma jovem traz uma jarra de cerâmica com
uma água perfumada. Ela se posiciona diante da estante da Palavra, como quem
escuta atentamente, e lá permanece até o Rito penitencial, que fica para depois
da homilia. Pode-se, também, nas missas que os jovens mais frequentam convidar
os casais de namorados para participarem da procissão de entrada. Para isso,
prepare lugares suficientes para eles à frente da assembleia.
·
Após a saudação e antes do sentido litúrgico, um
dos ministros animadores toma a palavra e acolhe os visitantes e os novatos da
comunidade. Depois das apresentações e das boas-vindas, o grupo de animadores
de canto entoa: “Seja bendito quem chega,/ seja bendito quem chega / trazendo a
paz,/ trazendo a paz, / trazendo a paz do Senhor!” (CD do Oficio divino das comunidades, vol. 1 – Refrães meditativos, faixa
17), ou outro refrão de acolhida.
·
Ato
penitencial: o Ato penitencial pode ser depois da homilia, com motivação e
convite por parte do presidente; faz-se um tempo de silêncio, deixando que a
Palavra de Deus fale ao coração, ilumine a nossa vida e nos torne capazes de
enxergar nossos pecados. Em seguida, a oração “Tende compaixão de nós,
Senhor...” ou canto. Encerra-se o rito com a unção com óleo perfumado [...].
Algumas mulheres podem ungir a comunidade: enquanto isso se canta: “Oi, que
prazer, que alegria...”, ou outro canto apropriado.
·
Liturgia
da Palavra: depois de todos se acomodarem, no lugar dos comentários das
leituras, os animadores do canto entoam suavemente o canto: “Eu vim para
escutar tua palavra, tua palavra, tua palavra, tua palavra de amor. Eu gosto de
escutar... Eu quero entender melhor... O mundo ainda vai viver...”.
·
O salmo merece todo destaque e atenção da
equipe, principalmente do (a) salmista e dos tocadores, para que a assembleia
experimente a alegria do perdão do Senhor, ao entoá-lo, como resposta à
primeira leitura.
·
O Evangelho poderá ser dialogado e, se possível,
encenado com o uso do perfume ou água perfumada, com toda assembleia, no
momento do abraço de perdão, sugerido acima, ou na Bênção final.
·
Ato
penitencial: após a homilia, o presidente convida e motiva a todos para o
Ato penitencial. A moça que entrou com a jarra de água perfumada despeja todo o
conteúdo na pia batismal, ou numa bacia preparada, com o destaque para a bênção
da água. Quem preside pode seguir o Rito da aspersão na p. 1.001 do Missal
Romano. O grupo de canto pode entoar o canto de aspersão da CF/2004: “Lavai-me,
Senhor, lavai-me”, faixa 5 (cinco) (partitura no encontro do CD, ou no Hinário litúrgico 3, p.88-89). Todos se
aproximam da água e se persignam (tocam a água e fazem o sinal da cruz).
·
Em seguida, como comunidade reconciliada, todos
podem se cumprimentar na paz de Cristo. Há também, abaixo, sugestões para o
Abraço da paz em outro momento.
·
Liturgia
eucarística: a Oração eucarística pode ser a da Reconciliação 1.
·
Abraço da
paz: o Abraço da paz pode ser realizado no final da celebração, abraçando-se
principalmente as pessoas menos conhecidas.
·
Ritos
finais: pode-se dar uma bênção especial para as mulheres.
·
(Se for Dia dos Namorados ou Dia de Santo
Antônio.) Quem anima convida a todos os namorados para virem à frente receberem
a bênção. Quem preside reza a oração n.23 da p. 534 do Missa Romano, convidando
toda comunidade a estender as mãos sobre os namorados.
·
A Bênção final (para a assembleia) é a do Tempo
Comum I do Missal Romano.
·
As palavras do Rito de envio podem ser em
consonância com o mistério celebrado: “Sede testemunhas do amor e da
benevolência de Deus. Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe”.

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